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DesignBrasil publica pesquisa que avalia impacto do design no desempenho das empresas

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Mensurar os reflexos do design nos resultados das empresas que o utilizam profissionalmente. Este é o objetivo da iniciativa do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, através do Programa Brasileiro de Design (PBD), e da Associação dos Designers de Produto (ADP), quando resolveram encomendar uma pesquisa que avalia impacto do design no desempenho das empresas.

Realizado pela Fundação Getúlio Vargas, o trabalho está disponível para consulta no Observatório DesignBrasil. São 10 os setores pesquisados: automotivo / Transportes, Construção, Eletrodomésticos, Eletro-eletrônicos, Equipamentos esportivos, Máquinas e Equipamentos, Moda e Acessórios, Moveleiro, Utilidades Domésticas e Médico-odonto-hospitalar.

A origem da pesquisa era a falta de depoimentos ou uma base de dados concretos que amparassem uma afirmação freqüente: a de que o design, dentro de um processo de inovação, era um fator importante para o desenvolvimento de uma empresa e seu sucesso.

A metodologia teve como referência as perguntas de questionários empregados em pesquisas feitas em outros países, como Dinamarca e os que compõem Reino Unido. Foram feitas entrevistas diretamente com um pequeno número de empresários. Na sequência, houve uma pesquisa feita eletronicamente, pela qual o mesmo questionário estava disponível para ser respondido por empresas indicadas por sindicatos e associações de cada setor. Uma comparação entre os dados obtidos pessoalmente com os perfis das respostas dadas ao questionário eletrônico permitiu eliminar eventuais imprecisões.


Mais informações: www.designbrasil.org.br/observatorio/indicadores.php

Milano Design in the city

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Seminário RobTec em Minas Gerais

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Design & Prototipagem Rápida – I

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Percentage use of rapid prototyping worldwide as of year 2000. Data based on: D. T. Pham, S. S. Dimov, Rapid manufacturing, Springer-Verlag, 2001, ISBN 1-85233-360-X, page 6

Em determinada fase do processo de pesquisa e desenvolvimento de um novo produto, o designer e ou engenheiro depara-se com a necessidade de prever o comportamento real de seu projeto. Encontramos esta situação quando projetamos um eletro-eletrônico, um equipamento médico, uma nova suspensão de veículo, um quadro de bicicleta, uma estrutura metálica sujeita a cargas dinâmicas, e em muitos outros casos. Uma solução tradicional seria a construção de protótipos ou modelos reduzidos para ensaios em laboratórios, onde instrumentos de medição cuidadosamente distribuídos coletariam dados de tensões, deformações, velocidades, forças, etc. Entretanto, a metodologia de construção e ensaio de diversos protótipos costuma consumir mais tempo e recursos do que seria o desejável, não sendo, portanto a solução ideal.

A Prototipagem Rápida pode ser vista como dois estágios diferentes: virtual (modelagem e simulação) e processo físico (fabricação).

A Prototipagem virtual consiste na criação de um modelo computacional através de simulação, dinâmica e interativa antes do protótipo físico ser criado. Primeiramente, o modelo computacional e criado a partir das características de forma, tamanho e material, levando em conta as especificações de funcionalidade e desempenho da peça final. No próximo passo, a simulação e executada para verificar se o projeto atende as necessidades, restrições e desempenho da especificação.

No ambiente de prototipagem virtual, a simulação possibilita executar testes que são impraticáveis e caros em laboratórios. Projetistas podem manipular virtualmente peças e montagens em tempo real, observando os efeitos das forças, conexões e juntas, colisões, e contato. Uma importante ferramenta no campo da prototipagem virtual e a interface manual (haptic interface) que permite tocar e sentir o protótipo sintético sendo criado, através do uso de luvas e óculos especiais. A avaliação obtida dará a informação necessária pare fazer corretamente todas as modificações necessárias antes do protótipo físico ser construído.

Uma vez que o modelo é criado e a simulação do objeto é dada por satisfatória, a informação pode ser enviada para a criação do protótipo físico. Neste estágio, a fabricação da peça criada ocorre por uso convencional ou de modernas tecnologias de fabricação.

Sem o uso das tecnologias de prototipagem rápida, seria necessários construir um protótipo físico, uma grande quantidade de ferramentas manuais, pessoal especializado, e maquinário altamente apropriado. O protótipo é então testado para adequar-se às especificações do projeto. Correções e revisões do projeto são feitas e seqüencialmente o próximo protótipo é construído com as modificações. O tempo associado com os vários protótipos físico feitos pode levar a um aumento no tempo de desenvolvimento do produto e afetar a qualidade do produto final.

Como mencionado anteriormente, o segundo estágio na Prototipagem Rápida e a fabricação do modelo por um processo conhecido como Solid Freeform Fabrication. Nesta técnica as peças são produzidas por adição de material, ao invés de deformar ou remover material (forja, usinagem, eletroerosão e etc.).

Bourell define Solid Freeform Fabrication como “a produção de objetos sólidos de forma livre diretamente de um modelo computacional sem ferramental especifico ou intervenção humana”. Usualmente, os termos Solid Freeform Fabrication e Prototipagem Rápida (Rapid Prototyping) são indistintamente usados para referenciar a fabricação de modelos físicos adicionando camadas de material. Neste artigo o termo Prototipagem Rápida e utilizado para este propósito.

Em Prototipagem Rápida. Inicialmente, um modelo sólido matemático (modelo 3D gerado em CAD) de um objeto ou peça, é decomposto em camadas (layers). Cada camada e construída por uma deposição de material que sucessivamente, uma por uma, vão formando o objeto. Cada camada depositada pode ser acompanhada por algum subprocesso necessário (remoção de material, alivio de tensão, etc.).

Por ser uma fabricação baseada em camadas, os sistemas de Prototipagem Rápida são capazes de produzir peças de geometria complexa e formas que são impraticáveis ou impossíveis, ou mesmo caras para construir com sistemas tradicionais. Exemplos incluem blocos com cavidades internas ou peças contendo outras peças embutidas. A Prototipagem rápida também tende a permitir a fabricação de peças com estruturas montadas (componentes eletrônicos ou térmicos) que seria impraticável usando sistemas convencionais de fabricação.

A Prototipagem rápida representa um importante papel em ferramental rápido, fabricando ferramentas para serem usadas em processos convencionais de fabricação de grandes volumes ou mesmo baixos lotes de produção para os emergentes “mercados de massa”, como por exemplo, ferramentas para moldes de injeção ou moldes para fundição. A Prototipagem Rápida é também utilizada para fabricar protótipos para visualização ou comunicação de idéias em grupos de desenvolvimento, tocar e sentir, visualização de estruturas complexas, exibição de marketing, e protótipos funcionais.

Continua…

Parceiros Industriais – Prototipagem Rápida SLA – Robtec

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Quatter Arquitetura – Quatter Grupo

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A Quatter Arquitetura atua nas áreas: arquitetura, urbanismo e telecomunicações, prestado serviços de vistoria/tss, Projeto Executivo, As Built e Licenciamento Ambiental de mais de 1300 ERB’s/sites para as operadoras: Vivo, Telemig Celular, Oi, Tim, Claro, Nextel, Ericsson, Nokia, Huawei, Zopone, Networker, Belmerix, Brasilsat, Magtec, Secominc, Jes Tec, Stte e Wfi.

A divisão de arquitetura do Quatter Grupo conta com a direção do arquiteto Rodrigo Magalhães Gonçalves, sócio da QUATTER – Projetos, Consultoria & Design. Formou-se em 1998 em Arquitetura e Urbanismo na Faculdade Metodista Integrada Izabela Hendrix – FAMIH. Atuou em várias empresas e acumulou experiências ao longo de 11 anos de atuação profissional em projetos, gerenciamento de projetos, vistorias, obras, logística, e implantação de telecomunicação, empreendimentos arquitetônicos e consultoria.

ATUAÇÃO EM ARQUITETURA & PROJETOS – Arquitetura residencial: Projetos profissionais de composição em edificações. Projeto, acompanhamento e execução visando a compatibilização e o interesse do cliente com relação a estrutura de projeto, (instalações elétricas e hidráulicas), circulação de ambiente, comodidade e bem estar, aplicação de materiais, acabamentos, decoração, paisagismo e logística da obra; Arquitetura Industrial: Projeto arquitetônico industrial com interfaces com outras engenharias e necessidade específicas da produção. Logística de produção, aplicação de materiais, cores e processos, método de construção e arranjo. Preparação da edificação em sintonia a linha de produção em seu sistema e instalações com direcionamentos técnicos, paisagísticos, humanos, ambientais e operacionais para a caracterização do projeto do empreendimento e suas soluções até a implantação; Arquitetura comercial: Espaços comerciais com desenvolvimento arquitetônico voltado para a estrutura do negócio e seu perfil, como: lojas, shoppings, bares, restaurantes, franquias, concessionárias) Os projetos comerciais satisfazem a relação entre estilo e tendências apontado o conceito da obra e conseqüentemente o padrão comercial desejado pelo cliente com o intuito da criação de arquitetura atual e mercadológica, adequadas a imagem do estabelecimento, necessidades e estratégias comerciais.

CONSULTORIAS EM: Projetos Complementares e Gerenciamento de projetos.

ATUAÇÃO EM URBANISMO – Focado no mercado e voltado para os princípios e elementos de projetos de urbanização, trabalha neste contexto como estratégia projetivas, otimizando sua comunicação com o meio, e estabelecendo os princípios humanos e sociais: Estudos, planos e projetos; Planejamento, distribuição e locação de infra-estrutura; Gerenciamento de projetos; Avaliação e implementação.

LICENCIAMENTO & PROJETOS – O Licenciamento Ambiental é um Instrumento da Política Nacional do Meio Ambiente, que foi estabelecida pela Lei nº 6.938, de 31 de agosto de 1981. A principal função desse instrumento, que é uma das atuações da QUATTER ARQUITETURA, é conciliar o desenvolvimento econômico com a conservação do meio ambiente: Licença Prévia, Licença Instalação e  Licença de Operação.

Na área de TELECOM, especialmente de unfra-estrutura,  a Quatter Arquitetura conta com a direção de seu sócio fundador, Paulo Eustáquio Hulk Oliveira, especialista em estruturas metálicas para sistemas de telecomunicações, consultor, supervisor, analista de projetos, inspetor de fábrica e de campo. Com experiência, acumulada em 40 anos de atividade profissional, na implantação de torres, postes metálico e concreto de alturas elevadas, locações, construção de base, montagens, instalação de acessórios, pinturas, balizamento e proteção atmosférica para os sistemas de telefonia fixa e celular. Participou, junto a antiga TELEMIG – Telecomunicações de Minas Gerais S/A, na elaboração de projetos de torres padrão, esteiras para cabos, suportes de antenas, plataformas e reforços de torre. Consultor, supervisor, analista de projetos, inspetor de fábrica e de campo.

CONSULTORIA EM INFRA-ESTRUTURA DE TELECOMUNICAÇÃO – Estruturas metálicas: Consultoria e prestação de serviços de implantação, vistoria e fiscalização de estruturas metálicas para sistemas de telecomunicações; Grade de especialidades: Implantação de torres, postes metálico e concreto de alturas elevadas. Locações, Construção de Base, montagens, instalação de acessórios, pinturas, balizamento e proteção atmosférica para os sistemas de telefonia fixa e celular; Projetos: Consultoria, supervisor, analista de projetos, inspetor de fábrica e de campo; Transporte e Içamento: Experiência em transporte de containners com centrais telefônicas (desmontagem e montagem). Içamento, acompanhamento e fiscalização de torres em todo o Brasil.

ABINEE TEC 2009 projeta a indústria eletroeletrônica em 2020

ABINEE

O presidente da ABINEE, Humberto Barbato, abriu o ABINEE TEC 2009 no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo, que compreendeu Fórum, Seminários e as Feiras FIEE – 25ª Feira Internacional da Indústria Elétrica, Energia e Automação e electronicAmericas – 5ª Feira Internacional da Indústria de Componentes eletrônicos, Subconjuntos, Equipamentos para a Produção de Componentes, Tecnologia Laser e Optoeletrônica. Em seu pronunciamento, destacou o estudo A Indústria Elétrica e Eletrônica em 2020: Uma estratégia de desenvolvimento, apresentado pela ABINEE durante o Fórum.

Elaborado a partir de análises, entrevistas e workshops com representantes do setor eletroeletrônico, o trabalho foi preparado pela LCA Consultores e relata a situação atual do setor e projeta-o para o futuro, apresentando sugestões do que precisa ser feito para se atingir as metas desejadas para daqui a 10 anos.

A elaboração do estudo foi motivada pela constante perda de competitividade da indústria eletroeletrônica em relação a outros países, principalmente, do leste asiático, que poderia levar o Brasil à desindustrialização. “Nosso principal objetivo com este estudo é oferecer sugestões e informações para que o nosso setor evolua de forma sustentável e reverta o atual cenário de elevado déficit e que, ao mesmo tempo, possa aumentar sua participação no PIB brasileiro de 4,3%, em 2008, para 7%, em 2020″, afirmou Humberto Barbato. Para chegar a este patamar, a indústria deve produzir com maior valor agregado e se tornar competitiva internacionalmente. “Isto passa, em grande parte, pelo desenvolvimento de uma indústria de componentes, em especial de semicondutores”, disse. Segundo o presidente da ABINEE, essa evolução é perfeitamente factível, desde que sejam criadas condições competitivas no Brasil, equiparadas às de outros países.

Fonte: ABINEE (01/06/09).

Participação no NanoForum Turin 2009

NanoForum

“Os princípios da física, pelo que eu posso perceber, não falam contra a possibilidade de manipular as coisas, átomo por átomo. Não seria uma violação da lei ; é algo que, teoricamente, pode ser feito mas que, na prática, nunca foi levado a cabo porque somos grandes de mais” – Richard Feynman.

Paulo Miranda, da Quatter Design, participou da 5º Edição do NanoForum. O Evento contemplou as mais recentes aplicações e evoluções dessa tecnologia nos setores industriais e científicos. O Fórum aconteceu em Torino, Itália, e contava com a participação de grandes instituições universitárias; Politecnico di Torino, Politecnico di Milano, Università di Pisa e empresas como Leica, Toshiba e Olivetti.

O Fórum aconteceu de 9 a 11 de junho e tratou vários assuntos entre as áreas e setores da nanotecnogia: aeroespacial, agro-alimentar, arquitetura, design industrial, automotivo, bem cultural, energia, materiais, nanomedicina e tecidos.

A nanotecnologia possibilita reinventarmos o que já conhecemos e assim, ampliar naquilo que poderemos adquirir, em termos de conhecimento e aprimoramento tecnológico. O envolvimento multidisciplinar e a manufatura de produtos na escala nanométrica, onde os materiais exibem propriedades extraordinárias com aplicações inovadoras, propõe um universo de aquisições ilimitadas. Pesquisadores e centros de pesquisa vêm desenvolvendo aplicações em parcerias com empresas que começam a produzir e a comercializar novos fármacos, dispositivos semicondutores, polímeros, compósitos e ligas, novas soluções para problemas energéticos, novas soluções para a agricultura e novo produtos que propiciam o bem-estar social.

Imagine-se o que seria “encolher” todo o conteúdo da Biblioteca Nacional num dispositivo do tamanho de um cubo de açúcar. Ou então desenvolver materiais dez vezes mais resistentes que o aço e com apenas uma fração do peso. – U.S. National Science Foundation

A Quatter Design participa da Rede SIMI

Rede SIMI

O SIMI – Sistema Mineiro de Inovação – é um programa focado no relacionamento entre governo, empresas e centros de pesquisa, para disseminar a Inovação. O SIMI é um ambiente para geração de parcerias e negócios com mais velocidade e conveniência. O portal do SIMI oferece biblioteca de conteúdos, ferramentas para a formação de redes sociais, e oportunidades para apoiar a inovação.

Registro de patentes pelas Universidades quadruplicou depois de 2001

“As grandes universidades ultrapassaram uma dezena de tradicionais empresas inovadoras e hoje são responsáveis pela maioria dos pedidos de patentes para novos produtos no Brasil. Entre 2001 e 2008, as maiores universidades protocolaram 1.359 solicitações junto ao Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (Inpi), superando os 933 pedidos das dez empresas que mais inovam. O resultado contraria a percepção de que a academia não transforma conhecimento em produto”.


As grandes universidades ultrapassaram uma dezena de tradicionais empresas inovadoras e hoje são responsáveis pela maioria dos pedidos de patentes para novos produtos no Brasil. Entre 2001 e 2008, as maiores universidades protocolaram 1.359 solicitações junto ao Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (Inpi), superando os 933 pedidos das dez empresas que mais inovam. O resultado contraria a percepção de que a academia não transforma conhecimento em produto.

Na década de 90, as empresas superavam as universidades por larga vantagem quando o assunto era inovação. Entre 1992 e 2000, as empresas brasileiras depositaram 1.029 patentes, contra 353 das universidades. Os dados fazem parte de um estudo da Prospectiva Consultoria ,que catalogou os pedidos de um grupo de dez empresas e dez universidades que mais inovam. O levantamento incluiu apenas as empresas de capital nacional.

Fonte: Raquel Landim – Valor Econômico, 12/06/09.